sábado, 11 de abril de 2009

Nada de Mim

Meu sangue goteja,
O chão está manchado
Não espere de mim o que não quero ser
Não exija, sua vontade não será feita.
Apenas deixe-me só,
Chorando em meu quarto pequeno e solitário. 

Já posso responder por meus atos
Ou sou apenas uma alma definhando?
Queimando, dilacerando
Eu estou tensa, desanimada e tensa.
Sozinha, enferma.

Eu estou deprimida por ser só
E mesmo assim por suas presenças.
Meu interior grita.
Palavras febricitantes,
Clamam por liberdade.

2 comentários:

  1. Mais um poema intenso e doloroso, um contundente desabofo poético. Parabéns!

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  2. De onde tu tirou essa palavra "febricitante"? Tu anda engolindo um dicionário!!! Nunca tinha ouvido falar!!! Mas, concordo com o Reiffer. É uma belo poema. E como é bacana de ver que escreve contos, crônicas e poesia com a mesma desenvoltura. Bjs!!

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